É a segunda vez no dia que escrevo para você. Agora estou ouvindo Strong, do Place Vendome, e essa música fala muito -fala mesmo! Hoje em dia, não gosto tanto de ouvir Place Vendome; me faz lembrar de dias ruins, e espero que isso mude.
Não quero perder a sanidade e, talvez por achar que a esteja perdendo, acabo escrevendo para você. Essa coisa de música sempre foi nossa, né? (Agora está tocando Across the Times).
Ele -vamos nos referir ao "babaca do seu ex-amigo" assim - meio que estragou isso para nós. Não vou dizer muito sobre ele aqui, pois tenho uma carta reservada somente para ele; prefiro falar sobre a gente.
Through the night and through the stars
We will be one
Climbing to the heavens we reunite
Through the sun and in the light
A música sempre foi a sua maneira de externalizar as coisas, e eu acabei pegando isso para mim. Você sempre foi falante, mas nem tanto; comigo, preferia observar e falar apenas quando eu tinha as minhas crises. Principalmente em 2017, o ano em que fiz trinta anos.
Vou prometer a mim mesma: escreverei para você neste espaço sempre que sentir falta ou saudades de conversar contigo. Talvez isso me cure de alguma maneira.
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